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segunda-feira, 28 de março de 2011

Les Fleurs d'Eté - A nova coleção de esmaltes Chanel

Tons clarinhos e suaves marcam a nova coleção de esmaltes da grife Chanel intitulada Les Fleurs d'Eté ou, em bom portugês, As Flores do Verão.



Composta por três novas cores, o Mimosa, que é o amarelinho cintilante, já promete ser o hit da temporada.
Já o Beige Pétale é um nude com um leve fundo rosado, meio pêssego, sabe?
Por último, confirmando as últimas tendências internacionais, um rosa pink com um fundo coral chamado Morning Rose já é o meu preferido!

A linha deve começar a ser vendida em maio lá na gringa, mas para quem já quiser se adaptando à tendência, pode usar os similares brasileiros.


O Fitilho da Impala e o Nude da Risqué são bons substitutos para o Beige Pétale. O Cajá Manga da Impala tem a mesma pegada do Mimosa, amarelo com leve cintilância. O Rosa Tropical é bem parecido com o Morning Rose, apenas um pouco mais escuro, entretanto o tom é próximo!



Eu aposto no Morning Rose, e vocês?

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Mais looks de Gossip Girls!

O quarto episódio da quarta temporada de Gossip Girl "Touch of Eva" arrasou nos modelitos! Confira!




1. Serena Van Der Woodsen (Blake Lively)


Blazer: Nanette Lepore

Regata: Joie

Saia: Gryphon

Bolsa: Chanel





2.Blair Waldorf (Leighton Meester)


2.1. Esquerda

Vestido: Reem Acra

Bolsa: Louis Vuitton

Pulseira: Swarovski

2.2. Direita

Vestido: Jenny Packham

Brincos: Swarovski
 
 
 


3. Juliet Sharp (Katie Cassidy)


Vestido: Bibhu Mohapatra

Colar: MCL by Matthew Campbell Laurenza

Clutch: Nancy Gonzalez

Sapatos: Brian Atwood



4. Serena Van Der Woodsen (Blake Lively)

Vestido: J. Mendel

Colar: DANNIJO

Sapatos: Judith Leiber



 


5. Eva (Clemence Poesy)


Regata: Joie

Saia: Free People

Bolsa: Fendi

Sapato: Prada
 
 
Eu ameeei esse último look, o da Eva, e vocês, quais foram seus favoritos?

domingo, 19 de setembro de 2010

Tendência: Bolsas carteiras para o verão

Se há algo que irá pegar nesse verão, um deles será a bolsa carteira. De diferentes formatos, cores e materiais, elas estão cada vez mais lindas e ganhando espaço nessa despedida das maxi-bags.



Andarella

Símbolo de elegância e glamour, elas estão tomando um rumo diferente do tradicional e compondo looks mais informais, adquirindo caráter esporte fino ou despojado.


Bruni Frisoni e Chanel

As bolsas carteiras chegam ao verão 2010/11 em uma ampla variedade, mas os modelos que garantem sucesso são as bolsas menores e quadradas, além das um pouco mais compridas e finas, em um formato retangular, principalmente no estilo formal e sofisticado. As mais modernas e despojadas ganham tamanhos um pouco maiores, além das cores vibrantes e detalhes chamativos. Outras aparecem em formatos modernos como os arredondados.



Christian Lacroix



Chanel



Dentre os materiais, os tecidos rústicos e grossos para as casuais, ou finos como o cetim, além dos tecidos em aspecto brilhoso, couros ou vernizes são os que predominam na estação. As texturas são trabalhadas de várias formas. Além disso, destaca-se o aspecto estofado visto nas bolsas carteiras modernas e elegantes.


Lanvin



Arezzo


O destaque do verão 2010/11 para as bolsas carteiras fica por conta dos brilhos: a sofisticação das bolsas carteiras é refletida, literalmente, em bordados ou materiais brilhantes, além de tons furta-cores.



Sonia Rykiel




As estampas também aparecem fortes. Modernas, listradas, de influência náutica ou florais. As tonalidades que serão tendências para estas pequenas bolsas serão as luminosas como corais, principalmente rosa coral e laranja, os tons lilás e de azuis. Seguindo as tendências de moda, os nudes invadem as bolsas carteiras, tornando-as super versáteis.



Triton


Mara Mac



Graça Otoni e Mara Mac


Água de Coco

As bolsas carteiras são acessórios chave no guarda-roupa feminino, capazes de embelezar e complementar qualquer look, desde o mais elegante ao informal. Neste verão, elas aparecem modernas e detalhadas, desde as bordadas e menores para eventos sociais até as de tamanhos maiores, detalhes chamativos e cores vibrantes para encontros casuais e despojados. O importante é saber combinar os acessórios em harmonia com o visual escolhido.
 
E eu já escolhi uma das minhas, olha que linda. É uma menina que faz lá na faculdade, o bom é que é personalizada, o que eu adooro! E ela tem várias estampas lindas, quem quiser conferir, só mandar um e-mail para kellymariadejesus@yahoo.com.br
  
 

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Mais esmaltes para nossa coleção!


A Colorama acaba de lançar sua nova coleção intitulada Fashion. São 7 cores, entre elas o Clássico que é um branquinho bem clarinho, o Jeans que é um azul mais escuro, o Militar que é um verde puxado para o militar mesmo e promete ser o must have da estação, o Tapete Vermelho que será mais um vermelho para nossa coleção, o Clubber que é um rosa lindo, o Hippie Chic que é um azul claro que eu adoro e está super na tendência e o Rock que é um preto cintilante que estou super curiosa para saber como é.

Tem também a coleção Aquarela Tropical, que vêm com as cores Azul Celeste que pode ser parecido com o Hippie Chic ou até mesmo com o Sereia da Impala, Verde Água que deve ser lindo, Rosa Tropical que é um rosa super fofo, Rosa Romântico que parece mais um lilás bem clarinho, Rosa Colonial que já é um tom mais diferente, Amarelo Pop Art que eu quero muito e Violeta num tom bem pastel mesmo.


Já a marca Chanel tem, há muitas e muitas temporadas, ditado o que será o mais marcante de cada estação com seus esmaltes que se tornam instantaneamente objetos de desejo. Parece que depois do azul escuro fechado, o pistache, e o dourado, o que haverá de mais quente nas mãos das mulheres pelo mundo todo serão os Khakis.




Khaki Brun é um cor de terra com fundo cinza, Khaki Rose é um terracota avermelhado e Khaki Vert é um verde acinzentado que promete ser o grande hit da estação.

O lançamento internacional será dia 10 de setembro.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

História da Moda - 1910

A década de 1910 foi uma das que mais houveram evoluções no quesito moda, possibilitando o surgimento das jovens garçonnes ou melindrosas da década seguinte. A primeira foto abaixo mostra o estilo de vestuário no final do século XIX e a segunda mostra o estilo da década de 1920, mas afinal, o que aconteceu nesse meio tempo que fez o vestuário mudar tanto assim, a ponto de nunca mas voltar a ser como era antes?





A 1ª Guerra Mundial trouxe grandes mudanças significativas na criação de moda, nos tecidos e nos métodos de produção do vestuário. Os desenvolvimentos mais radicais foram mais evidentes no vestuário feminino, com impacto especial nos trajes para o dia e para o trabalho.

Quando a Alemanha declarou gurra à França, em 3 de agosto de 1914, os preparativos estavam bem adiantados para as coleções de moda de outono em Paris, que foram exibidas, como programado, a uma grande clientela internacional. No fim de 1914, porém, mercados financeiros instáveis e ansiedades quanto aos efeitos da guerra começaram a desintegrar a alta sociedade européia e a ameaçar os gastos costumeiros em luxuosas roupas da alta-costura, enquanto as restrições de embarque significaram que a lucrativa exportação para a América do Norte não podia mais ser garantida. Na época, muitos costureiros, como eram chamados os estilistas da época, se alistaram , deixando muitas das casas que permaneceram abertas sob a direção de mulheres.

 
Em 1916, a "simplicidade" havia entrado no vocabulário de moda.

Apesar dos reveses da guerra, a reputação internacional da moda parisiense permaneceu incontestada e as casas de alta-costura continuaram a ditar em questões de estilo. As mostras semanais eram promovidas como de costume e, apesar de seu público ser menor, ainda recebiam cobertura da imprensa de moda mundial. Notícias dos últimos estilos continuavam a suscitar grande interesse e, em 1916, a Condé Nast lançou uma edição britânica da influente revista, baseada em Nova York, a Vogue.

Durante os primeiros anos das hostilidades, as publicações de alta moda, como a francesa Les Modes e a revista britânica The Queen, mal mencionaram a guerra. Os desenvolvimentos estilísticos estavam quase parados e os modelos ainda lembravam os do período de 1910 a 1914. A silhueta continuava a ser colunar, a ênfase vertical quebrada por corpetes trespassados, abas, saias em camadas e drapeados. Exceções notáveis foram criadas por Madame Paquin, que ressucitou as saias de crinolina de meados do século XIX como traje de noite - modelos que poderiam ser considerados precursores do robes de style da década de 1920.

Modelo de Madame Paquin

Em 1915, vários estilistas introduziram referências militares em suas coleções, notavelmente nos trajes para o dia, e houve uma voga da cor cáqui. Jaquetas e conjuntos de corte sóbrio, com silhuetas providas de uma leve cintura, tornaram-se componentes cada vez mais importantes no guarda-roupa feminino. As revistas descreviam esses trajes como "o máximo da elegância" e enfatizavam o fato de que não ficariam antiquados. Tradicionalmente, as roupas da moda feminina raramente incluíam bolsos, mas agora, bolsos chapados, espaçosos e práticos, tornavam-se uma característica proeminente, ecoando o funcional uniforme militar, principalmente porque nessa época também algumas mulheres já se viam inseridas no mercado de trabalho e precisavam de praticidade no vestuário quando iam às fábricas.


Em 1916, as exigências da guerra estavam afetando mesmo os mais ricos. Com a escassez de empregados, roupas que exigiam procedimentos elaborados para lavar, passar e vestir logo deixaram de ser práticas e os modelos começaram a ser modificados para se acomodarem à escassez da guerra e a estilos de vida mais modestos. Como não era mais possível observar o protocolo pré-1914, de, pelo menos, quatro mudas de roupas por dia, os anos da guerra viram também o declínio do tea gown. Cores escuras, esmaecidas, predominavam e mostravam-se inteiramente adequadas aos tempos sombrios. Para o luto, o preto continuou a ser usado, e o crepe continuou a ser o tecido aprovado, mas as regras que governavam os funerais e a etiqueta do luto foram relaxadas porque muitas mulheres que contribuíram para o esforço de guerra não podiam segui-las. Sentia-se, porém, que mesmo em tempos de luto, a moral devia continuar alta, e os jornais de moda ofereciam soluções elegantes em preto para o vasto número de mulheres que haviam passado por perdas.

Mudanças nas roupas para o dia prepararam o caminho para a moda do pós guerra. A partir de 1916, muitos estilistas concentraram-se em roupas fáceis de usar. A blusa sem abotoamento, em particular, constituía uma roupa prática e na moda, para ser usada com uma saia ou um conjunto. Era uma peça de vestuário incomum para as mulheres, pelo fato de ser colocada pela cabeça e não ter nenhum tipo de fecho. Geralmente era feita de algodão ou seda e tornou-se um elemento importante para a moda na década de 1920.

Pode-se dizer que foi a jovem Gabrielle Chanel quem fez o máximo para transformar os modelos de moda da guerra, observando e desenvolvendo essas tendências rumo a um vestuário mais informal e esportivo, sendo ideal para os anos de guerra. Seus conjuntos de duas peças, capas e paletós de jérsei, versáteis, claramente usáveis, causaram sensação em virtude da sua simplicidade. As mulheres adoravam suas roupas e os fabricantes logo reconheceram seu potencial comercial.



A partir de 1916, à medida que cada vez mais homens se alistavam, as mulheres foram encorajadas a entrar para a força de trabalho, realizando trabalho árduo, muitas vezes altamente especializado, nas indústrias de munição, transporte e produtos químicos, além de nos hospitais e nos campos. Isso levou a novas abordagens do vestuário de trabalho. Tabus há muito vigentes contra roupas bifurcadas vieram por terra à medida que as mulheres, especialmente as jovens, adotavam culotes para o trabalho agrícola e calças, macacões e jardineiras folgadas para o trabalho nas fábricas e nas minas.



Ao longo de toda guerra, muitas oficinas e fábricas de roupas foram reformuladas para produzir uniformes militares padronizados - uma medida que teve impacto significativo na produção de roupas femininas. Muitas empresas expandiram sua capacidade de produção e empregaram uma divisão de trabalho maior para conseguir produção veloz e em grande quantidade.


Podemos concluir então que a entrada da mulher no mercado de trabalho após a Revolução Industrial fez surgir a necessidade de roupas mais práticas, já que espartilhos e diversas camadas de tecido atrapalhavam suas longas jornadas de trabalho. Além disso, com o início da 1ª Guerra Mundial, a escassez de tecidos e mão-de-obra obrigaram os estilistas a criarem roupas mais práticas e adequadas ao estilo de vida mais modesto. Chanel foi uma das que mais se destacaram por observar e desenvolver essa nova tendência rapidamente.


Confira também:

História da Moda - Década de 20
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